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domingo, 6 de novembro de 2011

Análise de letra de música 4

De repente

Olhei, não via ela há muito tempo
Ah! quanto tempo faz? Nem me lembro mais
Então, pensei na vida que há algum tempo eu deixei pra trás
Não me deixa em paz, se não

Por quê?
Ainda aquele tempo dentro
Entra e sai
Volta, vem e vai, sem acabar

Mas tempo passou
O tempo passou!
E agora eu sei
O que eu passei cantei

Contei, estrelas mil no firmamento
Vão brilhar, depois apagar irão
Chorei as lágrimas correndo como nos cristais
Fogo dos vitrais pagãos

Não é solidão
Amar e desejar a vida que não deu as mãos
Mas vai dentro da gente
Como explosão no ar, como um furacão no mar
De repente você voltou assim

Eu preciso mais, eu preciso?
Eu preciso mais, eu preciso?
(Skank)

01) Retire, da primeira estrofe, um desvio gramatical, desfazendo-o e explicando:

02) Transcreva da canção um exemplo de antítese:

03) Existe algum exemplo de hipérbole na letra de música? Se sim, copie e explique seu raciocínio:

04) O poeta  usou  um  recurso  muito usado para dar melodia à poesia:  repetição de consoantes...  Onde podemos encontrar este recurso  (figura de linguagem)?  E que nome é dado a ele(a)?

05) Qual a relação entre o título e o corpo do texto?  Que outro título você daria a este texto?

06) “Amar e desejar a vida que não deu as mãos”. Em sua opinião, quando a vida não está nas mãos? Explique:

07) Destaque da canção todas as comparações, dizendo  de qual você mais gostou e por quê:

08) Indique quantos fonemas e quantas letras há em: TEMPO, PASSOU, CHOREI e BRILHAR:

09) Como o eu lírico se sente na música?

10) Por que no final do texto o eu lírico se questiona  se precisa de mais?

(Autores: Andreia Dequinha, Sandra Vitezi, Rosa Maria, Lourdes Galhardo, Maria Regina)

Análise de letra de música 3


Meus bons amigos

Meus bons amigos, onde estão?
Notícias de todos quero saber
Cada um fez sua vida de forma diferente
Às vezes me pergunto: Malditos ou inocentes?
Nossos sonhos, realidades
Todas as vertigens, crueldades
Sobre nossos ombros aprendemos a carregar
Toda a vontade que faz vingar

No bem que fez pra mim
Assim, assim, me fez feliz, assim

O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo e imperfeito
Meus bons amigos, onde estão?
Notícias de todos quero saber
Sobre nossos ombros aprendemos a carregar
Toda a vontade que faz vingar

No bem que fez pra mim
Assim, assim, me fez feliz, assim

O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo e imperfeito

O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo e imperfeito

(Barão Vermelho)


01) Quantas estrofes e quantos versos o texto apresenta?

02) Podemos encontrar nessa canção traços do Barroco, através de uma figura de linguagem característica dessa escola literária. Que figura é essa? Comprove com passagens do texto:

03) O texto possui uma linguagem coloquial e há uma palavra que só deve ser usada na oralidade e não na escrita. Que palavra é essa?

04) Qual é a principal indagação do poeta?

05) Em “Sobre NOSSOS OMBROS aprendemos a carregar” que figura de linguagem o termo em destaque exemplifica? Justifique seu raciocínio:

06) Reescreva o primeiro e o segundo versos na ordem direta:

07) Faça uma lista dos seus grandes amigos e ao lado de cada nome responda a primeira pergunta da letra da música:

08) Use a mesma lista da questão anterior e escreva na frente de cada nome duas características (adjetivos), evitando repeti-los:

09) Diga como você entendeu o questionamento do eu-lírico quando diz “Malditos ou inocentes?”:

10) Qual o sentido da palavra VINGAR, no oitavo verso?
11) O texto foi escrito em que pessoa? Justifique sua resposta:

12) Quem é o eu-lírico do texto? Como ele se sente? Quem são seus interlocutores?

13) Retire do texto um exemplo de antítese:

14) Qual o conceito da palavra AMIGO para você?

15) “O homem pode orgulhar-se de ter muitos amigos , mas há amigo mais chegado do que um irmão”. Você concorda ou não com essa afirmação? Explique:

16) O título está de acordo com o que diz a canção? Que outro título você daria?

17) Copie do texto um exemplo de vocativo:


(Autores: Andreia Dequinha, Sandra Vitezi, Zizi Cassemiro, Lenita, Maria Regina, Cris Happy, Lourdes Galhardo )

Análise de letra de música 2

                                                                     Dandara                                                                                

Ela tem nome de mulher guerreira
E se veste de um jeito que só ela
Ela vive entre o aqui e o alheio
As meninas não gostam muito dela

Ela tem um tribal n tornozelo
E na nuca adormece uma serpente
O que faz ela ser quase um segredo
É o ser ela assim, tão transparente

Ela é livre e ser livre a faz brilhar
Ela é filha da terra, céu e mar
Dandara

Ela faz mechas claras nos cabelos
E caminha na areia pelo raso
Eu procuro saber os seus roteiros
Pra fingir que a encontro por acaso

Ela fala num celular vermelho
Com amigos e com seu namorado
Ela tem perto dela o mundo inteiro
E à volta outro mundo, admirado

Ela é livre e ser livre a faz brilhar
Ela é filha da terra, céu e mar
Dandara
(Ivan Lins e Francisco Bosco)


01) Destaque da música o verso que mais lhe chamou a atenção,  explicando o porquê:

02) Caracterize com, no mínimo, 05 adjetivos, a Dandara:

03) Por que será que as meninas não gostam dela?

04) Interprete o verso “Ela vive entre o aqui e o alheio”:

05) Ilustre toda a música, aproveitando todos os detalhes fornecidos:

06) Retire do texto cinco palavras com dígrafo:

07) Explique o verso: “E na nuca adormece uma serpente”:

08) Seguindo a caracterização da personagem, faça um desenho que a represente:

09) Imagine um diálogo entre o eu-lírico e a personagem (Dandara) num provável encontro. Como seria?

10) Que tipo de sentimento o eu-lírico sente por Dandara? Comprove com trechos da canção:

11) Dandara é o nome da mulher do grande guerreiro Zumbi dos Palmares, descendente de ex-escravos do reino de Daomé, onde se falava a língua iorubá. Você acha que a Dandara da canção é a mesma que fora a mulher de Zumbi? Por quê?

12) Explique o que entende com os versos:"O que faz ela ser quase um segredo/ É o ser ela assim, tão transparente":

13) Identifique, na terceira estrofe, uma antítese, justificando sua resposta:
14) Na quarta estrofe, há quantas orações? Elas são coordenadas ou subordinadas? Classifique-as:


(Autores: Andreia Dequinha, Rosa Maria, Sandra Vitezi, Sonia Henriques, Zizi Cassemiro, Lourdes Galhardo, Nalva Kássia, Clécia Melo)

Análise de letra de música 1


Homem-aranha

Eu adoro andar no abismo
Numa noite viril de perseguição
Saltando entre os edifícios
Vi você
Em poder de um fugitivo
Que cercado pela polícia
Te fez refém lá nos precipícios
Foi paixão à primeira vista
Me joguei de onde o céu arranha
Te salvando com a minha teia
Prazer, me chamam de Homem-aranha
Seu heroi
Hoje o heroi agüenta o peso
Das compras do mês
No telhado, ajeitando a antena da tevê
Acordado a noite inteira pra ninar bebê
Chega de bandido pra prender
De bala perdida pra deter
Eu tenho uma idéia:
Você na minha teia
Chega de assalto pra impedir,
Seja em Brasília ou aqui
Eu tive a grande idéia:
Você na minha teia
Hoje eu estou nas suas mãos
Nessa sua ingênua sedução
Que me pegou na veia
Eu to na tua teia.

(Jorge Vercilo)


01) Quem são os dois super herois citados na música?

02) Na frase "Eu tô na tua teia", o que significa o termo "tô"? Qual a que classe gramatical dessa palavra?

03) A canção de Jorge Vercilo fala de um personagem tradicional de história em quadrinhos: o Homem-Aranha. Como o personagem é visto na canção?

04) No verso "saltando entre os edifícios". O sentido da expressão grifada é de lugar. Copie do texto outro verso que apresenta o mesmo sentido (advérbio de lugar):

05) No final da canção, a "voz" do herói apaixonado declara que teve "uma ideia": "Você na minha teia". Os dois pontos usados após a palavra ideia, na construção do texto, servem para:

(   ) estabelecer condição
(   ) indicar uma dúvida
(   ) despistar a atenção
(   ) apresentar um fato.

06) O que é um herói para você? Explique:

07) Qual a intenção do autor ao citar Brasília na última estrofe?

08) O texto se constrói com base em comparações.O que está sendo comparado?

09) Qual o tempo verbal predominante no texto em estudo? Justifique:

10) Transcreva duas ocorrências do uso da linguagem coloquial, e depois passe-as para a linguagem culta:
11) Leia atentamente o trecho:
"Em poder de um fugitivo
Que cercado pela polícia
Te fez refém lá nos precipícios"

Subentende-se um verbo que está oculto. Que verbo é esse?

(   ) ser; (   )viver; (   ) estar; (   ) parecer ; (   ) ficar

12) A música é composta por duas estrofes, dividindo a vida do herói em antes e depois. Explicite como era antes e como é hoje:

13) A primeira estrofe (o antes) está com o verbo "adoro" no presente. Reescreva-a, colocando-o no Pretérito imperfeito do indicativo e diga que efeito de sentido surgiu:
14) Na primeira parte da música há uma afirmação: o homem-aranha é o herói. Na segunda parte, a pessoa continua afirmando ser herói, porém de uma maneira diferente. Qual a diferença (ou semelhança) desses "dois heróis"?


(Autores: Andreia Dequinha, Cris Happy, Helaine Soares, Sonia Henriques, Lourdes Galhardo, Simone Maróstica, Maria Regina, Sinara Soares, Nalva Kássia)

Análise de charge 5


01) O que a charge acima denuncia?
02) Observe a linguagem utilizada pela personagem:
       a) Ela pode ser caracterizada como culta ou coloquial? Por quê?
       b) Ela está adequada à situação de uso? Justifique sua resposta:
03) Observe a sombra do rapaz refletida na parede. Na sua opinião, qual seria a intenção do chargista ao mostrá-la dessa forma?
04) Ao dizer “Que legal estarmos aqui outra vez no MSN”, o que se pressupõe?
05) Qual é a intenção do rapaz ao fazer a sua descrição para a amiga virtual?
06) Retire da charge um exemplo de vocativo, explicando a sua escolha:
07) Que título você daria para essa charge?
08) Em que consiste o humor da charge?
09) Transcreva todos os adjetivos utilizados na charge e diga qual é a importância deles para o contexto:
10) Por que você acha que o vocábulo OI aparece acentuado? Como você interpreta isso?
11) Crie UM parágrafo dissertativo sobre o assunto abordado na charge:
12) Que lição podemos extrair da leitura da charge?
13) Você acha que a situação que a charge mostra geralmente ocorre? Por quê?

Autores: Andreia Dequinha, Ruth, Nalvinha, Maria José, Andreia Cordeiro

Análise de charge 4



01) Defina o que é uma rede social:
a) no campo das comunicações; b) no cartum estudado;
02) As redes sociais são mesmo necessárias para todo mundo? Justifique sua resposta:
03) Quais as vantagens e desvantagens das redes sociais?
04) A principal característica textual existente nas postagens das redes sociais, principalmente no Twitter, é:
(a) o uso excessivo de gírias;
(b) a falta de pontuação nos textos;
(c) a preocupação com a síntese textual;
(d) facilidade de relacionamento entre desconhecidos;
(e) o uso de letras maiúsculas para chamar a atenção;
05) Quais os dois sentidos assumidos pela expressão “rede social” na charge?
06) A “rede social” a que o homem se refere tem alguma semelhança com a que costumamos usar/falar no nosso dia a dia?
07) A imagem da charge pode mesmo ser considerada uma “rede social”? Por quê?
08) O título da charge faz uma intertextualidade com um problema social através de um outro sentido da palavra “rede”. Identifique-o:
09) Em que consiste o humor da charge?
10) Crie um parágrafo dissertativo sobre o principal tema extraído da charge em questão:
11) O que você entende por analfabetismo digital? Podemos dizer que a família presente na charge é um exemplo disso?
12) Há uns 10 anos, o que equivaleria às redes sociais para manter as pessoas atualizadas e interagindo umas com as outras?
13) Quais são as redes sociais mais conhecidas? Enumere-as:
14) Existe alguma rede social que possa ser considerada absolutamente necessária para um ser humano? Cite-a e justifique sua resposta:
15) Qual a principal crítica apresentada na charge?
16) Relacione a charge em questão com a charge abaixo, explicando bem o seu raciocínio:


Autores: Andreia Dequinha, Ruth, Helaine, Fabi, Nalva, Lourdes, Édina, Sinara,
Lenita, Rosane, Telma Perfeito, Sandra Vitezi, Carmem, Débora, Cris Happy

Análise de charge 3


01) Você concorda com o comportamento e com o diagnóstico do terapeuta? Por quê?
02) Que título você daria à charge?
03) Das redes sociais mencionadas pelo homem deitado no divã quais você usa? Você se considera uma pessoa louca ou sã? Por quê?
04) Quais são os prós e os contras, vantagens e desvantagens de se fazer parte das redes sociais?
05) Em que consiste o humor da charge?
06) Que associação é possível fazer com o fato de o homem não participar das redes sociais citadas e a imagem apresentada?
07) Qual seria um possível motivo de o paciente não participar de nenhuma rede social?
08) Na charge há alguma cena discriminatória? Qual? Justifique sua resposta:
09) Situe o fato criticado no tempo (passado, presente ou futuro), justificando sua escolha:
10) Apesar de a língua utilizada ser a portuguesa, o fato criticado poderia referir-se a situação de outros países? Justifique sua resposta:
11) Elabore um texto dissertativo-argumentativo com o tema: Identidade virtual: sim ou não?

Autores: Andreia Dequinha, Lourdes, Clécia, Maria José, Sinara, Nalvinha, Zizi, Ruth

Análise de charge 2


01)  O que a charge denuncia? O que você pensa a respeito disso? Comente:

02)  Que atitudes podemos tomar como cidadãos para mudar um pouco o nosso painel político?

03)  Retire da charge um exemplo de vocativo, explicando:

04)  Qual é a ambiguidade com relação à palavra saúde presente na charge? Explique-a:

05)  Quem são as personagens presentes na charge e o que comemoram?

06)  Que palavra da charge apresenta um hiato? Por quê?

07)  Você consegue identificar nominalmente alguma personagem da charge? Qual? O que soube sobre ele?

08)  Em que consiste o humor na charge?

09)  Você acredita mesmo que alguma parte do valor dos impostos chegue à área da saúde? Comente:

10)  O sufixo “eirada” utilizado na primeira fala remete à ideia de:

(a)  quantidade;  (b) qualidade;  (c) redução;   (d) exclusão;

11)  Em relação à denúncia sobre os desvios de verbas, faça um texto opinativo-argumentativo sobre a corrupção e a honestidade no Brasil:

12)  Normalmente, a charge apresenta caricaturas de pessoas conhecidas.
a)    Considerando os conhecimentos políticos e econômicos que você tem, identifique as pessoas que são alvo da crítica feita:
b)    Independentemente de serem essas as pessoas retratadas, podemos dizer que charge critica, também, outros momentos/fatos da historia do nosso país? Justifique sua resposta:
13) Leia um trecho da crítica de Arnaldo Jabor e faça um comentário relacionando os dois textos, explicitando os pontos em comuns, bem como a sua opinião sobre o fato:
Estou fazendo minha parte

- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 27 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
- O Brasil é um pais democrático.. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

Democracia isso? Pense!




Autores: Andreia Dequinha, Cris Happy, Zizi, Nalva,
 Simone Maróstica, Lourdes, Helaine, Ruth, Sinara, Maria José

Análise de letra de música 4


Análise de letra de música
De repente
Olhei, não via ela há muito tempo
Ah! quanto tempo faz? Nem me lembro mais
Então, pensei na vida que há algum tempo eu deixei pra trás
Não me deixa em paz, se não

Por quê?
Ainda aquele tempo dentro
Entra e sai
Volta, vem e vai, sem acabar

Mas tempo passou
O tempo passou!
E agora eu sei
O que eu passei cantei

Contei, estrelas mil no firmamento
Vão brilhar, depois apagar irão
Chorei as lágrimas correndo como nos cristais
Fogo dos vitrais pagãos

Não é solidão
Amar e desejar a vida que não deu as mãos
Mas vai dentro da gente
Como explosão no ar, como um furacão no mar
De repente você voltou assim

Eu preciso mais, eu preciso?
Eu preciso mais, eu preciso?
(Skank)

01) Retire, da primeira estrofe, um desvio gramatical, desfazendo-o e explicando:

02) Transcreva da canção um exemplo de antítese:

03) Existe algum exemplo de hipérbole na letra de música? Se sim, copie e explique seu raciocínio:

04) O poeta  usou  um  recurso  muito usado para dar melodia à poesia:  repetição de consoantes...  Onde podemos encontrar este recurso  (figura de linguagem)?  E que nome é dado a ele(a)?

05) Qual a relação entre o título e o corpo do texto?  Que outro título você daria a este texto?

06) “Amar e desejar a vida que não deu as mãos”. Em sua opinião, quando a vida não está nas mãos? Explique:

07) Destaque da canção todas as comparações, dizendo  de qual você mais gostou e por quê:

08) Indique quantos fonemas e quantas letras há em: TEMPO, PASSOU, CHOREI e BRILHAR:

09) Como o eu lírico se sente na música?

10) Por que no final do texto o eu lírico se questiona  se precisa de mais?

(Autores: Andreia Dequinha, Sandra Vitezi, Rosa Maria, Lourdes Galhardo, Maria Regina)